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Um dia com os Hybrid Theory

Se Linkin Park é para muitos uma religião, os Hybrid Theory, banda que homenageia o grupo do malogrado Chester Bennington, são um milagre com fiéis em todo o mundo. No ambiente que rodeou o espetáculo da banda na Queima das Fitas do Porto, acompanhámos os seis amigos algarvios que já esgotaram a Meo Arena, maior sala do país, estão no cartaz do Rock in Rio Lisboa 2024 e já tocaram na Índia, Austrália e no Brasil. “Chester só houve um! Só queremos prestar a melhor homenagem possível”, garante o vocalista Ivo Rosário

O que é que Mike Shinoda está a fazer ao volante de uma carrinha preta de nove lugares, nas ruas de Matosinhos, à procura de estacionamento junto ao restaurante “A Chalandra” num sábado à noite? Não é ele, é Pedro Paixão, mas as semelhanças são muitas, amplificadas ainda mais em palco. Durante o jantar, Ivo Rosário está tão atento às votações da Eurovisão como aos pimentos padrón que vai surrupiando da sua mesa e das restantes. A ansiedade não impede o sorridente baixinho de cabelo rapado de se agigantar para assumir a hercúlea tarefa de dar vida aos vocais do seu ídolo, o malogrado Chester Bennington, falecido em julho de 2017. Quem já não suporta picante e especiarias é Nuno Bernardo (o “Cenoura”, com ar irlandês a fazer lembrar bastante o original Dave Farrell). “Nunca mais toquei em caril desde que voltámos da Índia. Nem eu nem ninguém da banda”, conta o baixista dos Hybrid Theory, nome do álbum de estreia dos Linkin Park adotado pela banda de tributo portuguesa com a qual a BLITZ passou um dia, acompanhando todos os momentos nos bastidores e no palco da Queima das Fitas do Porto.

fonte: Expresso.pt

Um dia com os Hybrid Theory

Se Linkin Park é para muitos uma religião, os Hybrid Theory, banda que homenageia o grupo do malogrado Chester Bennington, são um milagre com fiéis em todo o mundo. No ambiente que rodeou o espetáculo da banda na Queima das Fitas do Porto, acompanhámos os seis amigos algarvios que já esgotaram a Meo Arena, maior sala do país, estão no cartaz do Rock in Rio Lisboa 2024 e já tocaram na Índia, Austrália e no Brasil. “Chester só houve um! Só queremos prestar a melhor homenagem possível”, garante o vocalista Ivo Rosário

O que é que Mike Shinoda está a fazer ao volante de uma carrinha preta de nove lugares, nas ruas de Matosinhos, à procura de estacionamento junto ao restaurante “A Chalandra” num sábado à noite? Não é ele, é Pedro Paixão, mas as semelhanças são muitas, amplificadas ainda mais em palco. Durante o jantar, Ivo Rosário está tão atento às votações da Eurovisão como aos pimentos padrón que vai surrupiando da sua mesa e das restantes. A ansiedade não impede o sorridente baixinho de cabelo rapado de se agigantar para assumir a hercúlea tarefa de dar vida aos vocais do seu ídolo, o malogrado Chester Bennington, falecido em julho de 2017. Quem já não suporta picante e especiarias é Nuno Bernardo (o “Cenoura”, com ar irlandês a fazer lembrar bastante o original Dave Farrell). “Nunca mais toquei em caril desde que voltámos da Índia. Nem eu nem ninguém da banda”, conta o baixista dos Hybrid Theory, nome do álbum de estreia dos Linkin Park adotado pela banda de tributo portuguesa com a qual a BLITZ passou um dia, acompanhando todos os momentos nos bastidores e no palco da Queima das Fitas do Porto.

fonte: Expresso.pt